1º de Maio: Presidenta Dilma fala sobre direitos dos trabalhadores

1º de Maio: Presidenta Dilma fala sobre direitos dos trabalhadores
dilma 1 de maio78466

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Por ocasião do Dia do Trabalhador a presidenta Dilma Rousseff falou ao povo brasileiro através das redes sociais sobre a política de valorização do salário mínimo, o projeto de lei que regulamenta a terceirização que está em discussão no Congresso Nacional e sobre a importâncai do diálogo e do respeito ao direito de manifestação pelos direitos sociais conquistados. 

Assista aos vídeos:

Valorização do salário mínimo: https://goo.gl/rSBh5b 

Terceirização: https://goo.gl/plLbP8

Respeito ao direito de manifestação: https://goo.gl/B6iAQC

Leia a mensagem completa:

“O Brasil vive hoje em plena democracia, por isso temos de nos acostumar às vozes das ruas, aos pleitos dos trabalhadores. Temos de reconhecer como legítimas todas as reivindicações de todos os segmentos sociais da nossa população. Temos de nos acostumar a fazer isso sem violência e sem repressão. Para isso, nada melhor do que o diálogo franco e transparente entre o governo e a sociedade.

Por isso, criei neste 1º de maio o Fórum de debates sobre políticas de emprego, trabalho, renda e previdência social. Participam desse Fórum as centrais dos trabalhadores, os representantes dos aposentados e pensionistas, os representantes dos empresários e o governo. A pauta dos trabalhos que propomos ao Fórum é sustentabilidade do sistema previdenciário, bem como regras de acesso: idade mínima, tempo de contribuição e fator previdenciário.

Propomos ainda, como pauta, políticas de fortalecimento do emprego, do trabalho e da renda; medidas de redução da rotatividade, de formalização e aumento da produtividade do trabalho.

Caberá a nós todos encontrarmos a melhor estratégia e definir os mais eficientes instrumentos para que possamos atingir os nossos objetivos de fazer o Brasil crescer, aumentando emprego e renda de todos os trabalhadores.

Queremos, por meio do diálogo, construir consensos, evitando a violência e respeitando o direito de opinião e de manifestação”.