Energia elétrica tira 15,2 milhões da escuridão

Energia elétrica tira 15,2 milhões da escuridão
Luz para todos

Luz para todos

Imagina se você não pudesse ver televisão. Nem curtir qualquer coisa na internet. Se fosse obrigado a acender uma vela para estudar à noite. Se não tivesse direito de tomar uma água gelada ou um banho quente.

Parece ficção do século 19, mas era a realidade de boa parte da nossa população em pleno século 21. O Programa Luz para Todos, criado em 2003 pelo governo Lula, quando a presidenta Dilma ainda era ministra de Minas e Energia, garantiu acesso de energia elétrica 12,2 milhões de brasileiros.

Além dos benefícios básicos como comprar geladeiras, televisões, computadores; pequenos produtores uniram-se em cooperativas e, graças ao crédito facilitado, investiram em trituradores de ração, freezers para conservar o pescado, sistemas de irrigação. O Luz para Todos é uma espécie de máquina do tempo: ajuda a vencer o passado e construir o futuro.

A deputada Luciana apoia a política que rege programas para garantir direitos básicos como energia à toda população. Na área de energia, além do Programa Luz para Todos, a deputada Luciana Santos, atuou pela aprovação na Câmara dos Deputados da Medida Provisória 579, que reduziu a tarifa de energia elétrica. “A energia corresponde a cerca de 3,3% do cálculo do IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo, e tem impacto direto na vida do usuário. No estado de Pernambuco a medida garantiu o abatimento de 18,4% na tarifa, fora o beneficio ao setor produtivo – uma medida importante para estimular a produção e a competitividade da nossa indústria”, argumenta a parlamentar.

Muitas localidades ainda não foram alcançadas pelo programa. São priorizadas pelo Luz para Todos as pessoas domiciliadas em áreas de concessão e permissão cujo atendimento resulte em elevado impacto tarifário, de acordo com critérios a serem definidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL; as pessoas atendidas pelo Programa Territórios da Cidadania ou pelo Plano Brasil Sem Miséria, em sua ampla maioria localizadas nas regiões Norte e Nordeste; e os projetos de eletrificação em assentamentos rurais, comunidades indígenas, quilombolas e outras comunidades localizadas em reservas extrativistas ou em áreas de empreendimentos de geração ou transmissão de energia elétrica, cuja responsabilidade não seja do respectivo concessionário; e escolas, postos de saúde e poços de água comunitários.

Fabiane Guimarães, com informações do Portal Instituto Lula

 Foto: Brasil da Mudança